Review Xiaomi Mi 6: colhendo os frutos

Introdução

Expectativa e ansiedade. Em seis anos de existência do MIUI Brasil, foram raras as vezes em que vimos esse misto de sensações em um lançamento da Xiaomi na China. Em meio a inúmeros vazamentos, especificações que apareciam ocasionalmente em aplicativos de benchmark, supostos renders oficiais, tudo contribuía para aumentar o hype do Mi 6, o novo flagship da gigante chinesa.

Tal hype pode inclusive ser justificado: olhando para os lançamentos anteriores da linha Mi que carregam o bastão de “especificações topo de linha com preço agressivo”, alguns atrasos ocorreram desde o Mi 5. Naquela época, os engenheiros da Xiaomi perceberam que para trazer todas as inovações que pretendiam, o prazo médio de 12 meses para o desenvolvimento seria excedido e, com isso, o seu lançamento seria “atrasado” se comparado aos flagships anteriores. Passado o problema com o Mi 5 (e tendo aprendido muito com alguns problemas de design que esse modelo teve) veio em seguida o Mi 5S, trazendo algumas mudanças bem-vindas, mas às custas da redução de outros itens que já eram presentes (infravermelho e OIS removidos do Mi 5S, por exemplo). O design aclamado do Mi 5 ainda era visível em sua nova variante, que agora adotava uma liga de alumínio mais resistente substituindo o vidro do Mi 5, e mais um sucesso entrou no mercado chinês.

Quase dois anos depois, eis que surge o Mi 6: a culminação de 7 anos de pesquisa e desenvolvimento, segundo a Xiaomi, resultaram no melhor smartphone da empresa até hoje. Pode até parecer presunçoso por parte deles dizer algo assim, e é normal que olhemos desconfiados para tais afirmações. Por isso vamos destrinchar o novo flagship para saber até onde vai a verdade por trás do novo orgulho da Xiaomi.

Especificações principais

  • Construção

    Corpo em vidro 3D (curvado nas quatro laterais)
    Moldura em aço inoxidável
    Resistente a respingos

  • Tela

    LCD IPS de 5.15″ com resolução Full HD
    Suporte a HDR

  • Chipset

    Qualcomm Snapdragon 835
    Octa-core Kryo 280 CPU: 4×2.46GHz + 4×1.9GHz
    GPU Adreno 540

  • Câmera principal

    2x12MP Sony EXMOR RS IMX386
    (1 grande angular com f/1.8 e 1 telephoto com f/2.6)
    OIS de 4 eixos
    Flash LED duplo
    PDAF
    Efeito Bokeh (com câmera telephoto)
    Gravação em [email protected]

  • Memórias

    RAM: 6GB
    Armazenamento: 64 ou 128GB

  • Conectividade

    Dual SIM (nano-SIM, dual standby)
    LTE 1Gbps
    Wi-Fi Dual Band a/b/g/n/ac
    GPS/GLONASS/BeiDou
    Bluetooth 5.0 A2DP, LE
    NFC
    Porta USB-C
    Infravermelho

  • Bateria

    3230 mAh, não-removível
    Suporte a QuickCharge 3.0

  • Áudio

    Cancelamento de ruídos
    Áudio Hi-Fi 24-bits/192KHz
    Alto-falante estéreo

O que ainda falta?

  • Construção

    Ainda não é totalmente resistente a água

  • Tela

    Resolução Full HD é baixa se comparado a outras marcas que já utilizam 2/4K

  • Memórias

    Sem suporte a cartão micro SD

  • Áudio

    Sem conector 3.5mm para fones
    (o adaptador USB-C para fones é incluso na embalagem)

Embalagem e acessórios

A embalagem do Mi 6 segue os mesmos padrões de outros modelos, com pequenas mudanças em seu design conforme novas gerações surgem. A caixa do dispositivo contém o carregador com suporte ao Quick Charge 3.0, um cabo USB-C, um guia de operação rápida (apenas em chinês), o ejetor da bandeja do cartão SIM e dois extras: assim como em alguns outros modelos, a Xiaomi optou por já enviar na caixa uma capa protetora em TPU/Silicone, além do adaptador de USB-C para fones de ouvido 3.5mm.

Design

O Mi 5 pode ter sido o “queridinho” da mídia especializada quando foi lançado, mas isso não impediu que seus graves problemas de design surgissem em igual velocidade nestes mesmos canais. Ao lançar o Mi 5S, a Xiaomi ajustou o principal problema de fragilidade do seu antecessor, voltando novamente para uma carcaça mais robusta ao sacrifício de algumas opções estéticas mais agradáveis, mas não pararam por aí. Agora o Mi 6 traz outras melhorias que são muito bem-vindas em relação ao design do Mi 5S e do Mi 5.

Medindo 145.2 x 70.5 x 7.5mm, o Mi 6 tem dimensões muito semelhantes aos seus irmãos mais novos, o Mi 5 e o Mi 5S. Graças ao seu tamanho compacto, sua utilização com uma mão não é nenhum sacrifício. Uma segunda surpresa aqui é a “pegada” do dispositivo: mesmo com a sua traseira de vidro/cerâmica, o Mi 6 é menos escorregadio que o Mi 5.

Por conta de suas superfícies extremamente brilhantes, o telefone é também um imã de impressões digitais e marcas de sujeira, mas elas são facilmente limpas até mesmo com as mãos, sem necessidade de flanelas (ou aquela limpeza expressa com a barra da sua camiseta). Abaixo você confere imagens comparativas entre o design do Mi 5S e o Mi 6:

A mudança que pode ser notada com mais facilidade é sem sombra de dúvidas o peso do novo gadget: agora com 168g, o Mi 6 é 39g mais pesado que o Mi 5. Na versão de cerâmica a diferença é ainda maior: 182g do Mi 6 contra 139g do Mi 5. O aumento do peso deve-se principalmente pela mudança do material da estrutura do dispositivo, já que a Xiaomi deixou de lado a costumeira liga de alumínio e adotou no uma estrutura feita totalmente em aço inoxidável.

Com essa estrutura reforçada, foi possível trazer de volta a traseira em vidro (ou cerâmica) também com uma novidade: o vidro segue o padrão da proteção frontal do dispositivo, com o Gorilla Glass 5. A parte frontal do Mi 6 inclusive assemelha-se mais à do Mi 5s devido ao seu leitor de impressões digitais ser montado por baixo do vidro, ao invés de em um botão físico como era no Mi 5. Na parte frontal do dispositivo temos o sensor de proximidade e luminosidade na parte superior, além da câmera frontal de 8MP e o minifone de ouvido que também funciona como o segundo speaker do dispositivo. Já na parte inferior, encontramos os dois botões capacitivos (que trabalham como Menu/Recentes e Voltar, podendo ainda serem configurados individualmente), e o leitor de impressões digitais ao centro. Assim como no Mi 5S, o leitor  é montado abaixo do vidro da tela. Mas o Mi 6 traz uma novidade ao sensor, que agora suporta a funcionalidade always on, permitindo um desbloqueio virtualmente instantâneo usando a impressão digital.

Além disso, a Xiaomi introduziu no design do Mi 6 um vidro 3D com curvatura em todos os 4 cantos, tornando o design dele ainda mais homogêneo em relação ao seu corpo. Com o vidro curvado, o encaixe entre ele e a estrutura de aço é suave e minimamente perceptível. Montado no vidro traseiro estão as duas câmeras do Mi 6 e o flash LED duplo.

Na lateral esquerda do dispositivo encontramos apenas a bandeja para os cartões nano-SIM. Uma novidade aqui é a resistência contra respingos incluída no Mi 6: a bandeja dos cartões possui uma vedação em sua abertura impedindo a entrada de líquidos. Na lateral direita, temos apenas os usuais botões de volume e o botão Liga/Desliga.

Conectividade

O Mi 6 possui suporte a 4G LTE Cat. 16, que oferece até 1Gbps de velocidade de downloads, graças à tecnologia 3xCA dos modems Qualcomm LTE. Basicamente, a tecnologia permite que operadoras “juntem” três frequências LTE distintas para alcançar velocidades maiores. Embora a tecnologia ainda não esteja presente no Brasil, algumas operadoras já iniciaram os testes utilizando-a.

Mas nem tudo são flores com o Mi 6: o suporte LTE do novo modelo é limitado a apenas 9 bandas. Embora as frequências brasileiras estejam presentes, alguns países da Europa acabam por não ter o suporte ao 4G no novo flagship. Até hoje, o único modelo da empresa a oferecer uma alta gama de bandas LTE, 3G e 2G é o Mi Note 2, com suporte a mais de 28 bandas distintas.

O dispositivo conta ainda com um Wi-Fi dual-band a/b/g/n/ac com uma configuração de 2×2 antenas MIMO para velocidades de até 867Mbps. Além disso, graças às antenas duplas, é possível utilizar seu smartphone como um repetidor Wi-Fi, compartilhando sua conexão sem fios utilizando outro nome para o Ponto de Acesso, evitando que seja necessário compartilhar a senha de sua rede. A configuração de antenas duplas oferece outros benefícios, como manter a conexão com a internet ativa durante a transferência de arquivos via Wi-Fi pelo Mi Drop ou o Mi Mover, por exemplo. O Wi-Fi ainda é compatível com o Google Cast, Miracast ou DLNA.

Para conectividade local, o Mi 6 conta com um chip Bluetooth 5.0 com aptX (sistema de transmissão de áudio em alta qualidade) e LE (low energy) e NFC full-feature. A conexão com o computador é feita através da sua porta USB-C, agora padrão nos dispositivos topo de linha da Xiaomi. Não há confirmação da versão da porta (2 ou 3.0), mas ainda assim o suporte a OTG e USB Host estão presentes.

O Mi 6 conta ainda com GPS integrado, que ainda oferece suporte às redes GLONASS e BeiDou da Rússia e China, respectivamente.

Autonomia de bateria

Com uma bateria de 3350mAh, o Mi 6 teve um aumento de cerca de 10% de sua capacidade se comparado ao Mi 5 ou Mi 5S. Com o suporte ao Quick Charge 3.0, o Mi 6 consegue carregar a bateria totalmente descarregada em até 55% com apenas 30 minutos na tomada (utilizando o cabo e adaptadores fornecidos).

O teste básico de autonomia feito no Mi 6 consiste em uma utilização regular do dispositivo, com 4G, Wi-Fi e GPS ativados, brilho no automático e nenhum modo de economia de energia ativado durante um período de 7 dias. Ao fim do ciclo, fazemos a média de tempo de duração entre os 7 dias anteriores. Os resultados foram:

Média de duração

23:02h
(de 100% a 5% de carga)

Média de tela ativa

7:26h
(calculadas no brilho automático)

O segundo teste consiste no tempo de utilização de três funções básicas do dispositivo (fazer chamadas, navegar na internet e assistir vídeos) por 1h, em uma única carga, partindo de 100% até 1% de carga restante.

Total em standby

81:33h

Chamadas

18:29h

Navegação

12:41h

Vídeos

14:37h

Performance & Benchmarks

Os resultados utilizados em nossos benchmarks são coletados a partir de reviews de outras fontes.
Apenas os resultados para dispositivos Xiaomi são gerados e conferidos localmente pela equipe MIUI Brasil.

O GeekBench 4 testa o desempenho de processamento do dispositivo em modo single-core e multi-core. Em nossos testes, ambos os cenários são exibidos para comparação.

O GFX Manhattan/Car scene testa o desempenho gráfico do dispositivo tanto para renderização fora da tela (offscreen) quanto para renderização na tela do dispositivo (onscreen). Em nossos testes, exibimos apenas os resultados para os testes onscreen.

O Mi 6 utiliza o SoC topo de linha mais recente da Qualcomm, o Snapdragon 835. Com 8 núcleos Kryo (microarquitetura proprietária da Qualcomm) divididos em 4 núcleos rodando a 2.46GHz e 4 núcleos rodando a 1.9GHz e GPU Adreno 540, o SoC trabalha em conjunto com 6GB de RAM LPDDR4x a 1866MHz, tornando o Mi 6 um dos dispositivos mais rápidos e potentes do mercado atualmente. Vamos conferir agora o comparativo do Mi 6 em relação aos seus competidores diretos.

GeekBench 4 (single-core)

Apple iPhone 7
3488
Xiaomi Mi 6
2061
Samsung Galaxy S8+
1945
Sony Xperia XZ Premium
1943
Apple
0
iPhone 7
Xiaomi
0
Mi 6
Samsung
0
Galaxy S8+
Sony
0
Xperia XZ Premium

No processamento single-core o chipset da Apple ainda reina no topo dos benchmarks mais populares. Mas o núcleo Kryo 280 não faz feio, e é atualmente o mais potente entre os dispositivos Android.

GeekBench 4 (multi-core)

Samsung Galaxy S8+
6175
Xiaomi Mi 6
6148
Sony Xperia XZ Premium
5837
Apple iPhone 7
5654
Samsung
0
Galaxy S8+
Xiaomi
0
Mi 6
Sony
0
Xperia XZ Premium
Apple
0
iPhone 7

Já no processamento multi-core, os dispositivos com Snapdragon 835 reinam no topo, com uma diferença mínima na pontuação, enquanto o chipset da Apple chega por último mas ainda entrega uma performance similar aos demais.


GFXBench Manhattan (Full HD, onscreen)

Apple iPhone 7
60
Xiaomi Mi 6
41
Sony Xperia XZ Premium
41
Samsung Galaxy S8+
18
Apple
0
iPhone 7
Xiaomi
0
Mi 6
Sony
0
Xperia XZ Premium
Samsung
0
Galaxy S8+

Nos testes onscreen, o Mi 6 fica empatado ou acima de seus competidores graças à sua resolução de tela (1080p). No Manhattan, o iPhone consegue resultados ainda melhores, mas por usar uma resolução de tela menor que a dos demais dispositivos (720p).

GFXBench Car scene (Full HD, onscreen)

Xiaomi Mi 6
25
Sony Xperia XZ Premium
25
Samsung Galaxy S8
13
Samsung Galaxy S8+
12
Xiaomi
0
Mi 6
Sony
0
Xperia XZ Premium
Samsung
0
Galaxy S8
Samsung
0
Galaxy S8+

Nos testes onscreen do Car scene, o Mi 6 fica empatado ou acima de seus competidores graças à sua resolução de tela (1080p).


AnTuTu 6

Xiaomi Mi 6
177201
Apple iPhone 7
174532
Samsung Galaxy S8
174435
Sony Xperia XZ Premium
144223
Xiaomi
0
Mi 6
Apple
0
iPhone 7
Samsung
0
Galaxy S8
Sony
0
Xperia XZ Premium

Já no AnTuTu, o Mi 6 fica no topo do benchmark, passando o SoC da Apple e o Exynos do Galaxy S8. A pontuação alta deve-se inclusive ao ponto “negativo” do Mi 6 que chega aqui como um trunfo: com a resolução de tela menor, sua performance geral nos testes do AnTuTu é melhor.


Câmera

As câmeras de dispositivos da Xiaomi sempre dão o que falar. Em nossa comunidade, por exemplo, as opiniões são fortemente divididas e usuários ou as defendem com unhas e dentes ou as odeiam com todas as forças. A Xiaomi tem um pouco de culpa nesse sentido, inclusive: funcionalidades interessantes são incluídas ao sensor e seu software e removidas em um novo dispositivo. Como exemplo temos o Mi 4, o flagship que trouxe em sua época a função refocus, que permitia que o usuário tirasse uma foto qualquer e depois alterasse onde o foco da câmera seria projetado. A funcionalidade não foi mais vista em outros dispositivos desde o lançamento. Já no Mi 5, foi introduzido a estabilização ótica em 4 eixos (OIS) de forma exclusiva, já que não há nenhuma outra fabricante com a mesma tecnologia até o momento. Mais uma vez, não a vimos no Mi 5S, que deixou de usar o sensor antigo que possuía a estabilização ótica por um novo sensor com pixels maiores para captura mais precisa de cores graças a entrada de mais luminosidade, e estabilização eletrônica, que é muito menos precisa do que a ótica.

Mas lembrando o que dissemos logo no início do artigo, a Xiaomi afirma que o Mi 6 é o ponto culminante do resultado de 6 anos de pesquisa e desenvolvimento por parte da empresa. E de certa forma até agora conseguimos confirmar isso em seu design e performance. Vamos agora à câmera e o que ela traz de novo para seus usuários.

A Xiaomi vem brincando com o setup de duas câmeras em alguns de seus dispositivos. No Redmi Pro, a configuração era de 13MP no sensor principal e 5MP no sensor secundário, que era responsável pelo efeito de profundidade nas capturas. Já no Mi 5S Plus, a configuração era de duas câmeras de 13MP, onde um sensor capturava imagens coloridas enquanto o outro capturava apenas no modo monocromático, produzindo imagens muito mais detalhadas com menos ruído no pós processamento.

No Mi 6 a Xiaomi resolve então voltar às suas origens, pelo menos nos efeitos produzidos pela câmera. Na configuração do novo dispositivo, temos dois sensores de 12MP: o primeiro (Sony EXMOR RS IMX386) para captura de imagens contando com o retorno do OIS de 4 eixos e uma lente grande-angular, com abertura de f/1.8 e tamanho de pixels de 1.25µm, e o segundo (Samsung S5K3M3 ISOCELL) com uma lente telefoto com abertura de f/2.6 e tamanho de pixels de 1.25µm para um efeito de profundidade ainda mais preciso do que o encontrado no Redmi Pro, além de permitir que a câmera tire fotos com zoom ótico de 2x sem perda de qualidade na imagem (para capturas com boa iluminação).

Fotos tiradas com o Mi 6

Confira mais fotos capturadas com o Mi 6 clicando aqui (créditos ao nosso colaborador, Allan Dantas)

As fotos tiradas com o Mi 6 no modo automático oferecem uma ótima nitidez, com baixo ruído e bom contraste de cores, o que é esperado de um telefone topo de linha. Graças ao sensor principal, detalhes menores são preservados ao máximo ainda mantendo sua qualidade. Fotos noturnas também apresentam uma melhoria significativa tanto na qualidade da imagem final quanto na carga da redução de ruídos da imagem processada. O software da câmera ainda permite um controle mais preciso de capturas graças ao modo manual, que permite a alteração seletiva de foco, balanço de brancos, ISO e tempo de exposição, além de permitir a seleção entre a câmera primária ou a câmera telefoto.

Afinal, vale a pena comprar?

O Xiaomi Mi 6 consegue trazer as mais recentes tecnologias em um design familiar e agradável. Mais agradável ainda é o seu preço inicial, que é condizente com a filosofia da empresa de hardware de ponta a preços agressivos. Mesmo com a indisponibiliadde do dispositivo fora da China através de canais oficiais, revendedoras também operam com um preço bastante competitivo para um lançamento tão recente.

Com poder de processamento de sobra e o conjunto de funcionalidades de sucesso trazidas de volta ao Mi 6, o dispositivo é com certeza um dos melhores que já testamos até hoje, e até o momento é nosso favorito absoluto. A compra é absolutamente recomendada, principalmente agora que o telefone também conta com uma ROM Global oficial, o que já garante de antemão o seu suporte a futuras atualizações de sistema e adição de novas funcionalidades em nosso idioma nativo.

Onde comprar

O Mi 6 está disponível para envio imediato em nossa parceira GearBest. Confira abaixao os links para sua compra!

Mi 6 Pro

1637.39

em até 12x no cartão de crédito
  • 6GB RAM
  • 128GB internos
  • Traseira em vidro 3D
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Mi 6 Ceramic

1921.89

em até 12x no cartão de crédito
  • 6GB RAM
  • 128GB internos
  • Traseira em cerâmica 3D
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Nossos agradecimentos à equipe da GearBest pelo envio da unidade utilizada em nosso review 🙂


Fontes: Mi.com, GSM Arena