Review Xiaomi Redmi 4X

Introdução

Não é novidade que a linha Redmi é a favorita absoluta dos brasileiros, tanto por seu preço baixo quanto pela qualidade que os produtos entregam. Nosso primeiro contato no Brasil com os telefones da linha foi com o Redmi 2 e Redmi 2 Pro, lançados oficialmente pela empresa no nosso país na metade de 2015. Com um hardware competitivo na época, foi sucesso absoluto de vendas e abriu as portas para outros usuários conhecerem melhor a startup chinesa que os fabricavam.

Na corrida pela popularidade em sua terra natal, 2016 foi um ano um tanto quanto conturbado para a empresa. Vendo concorrentes crescerem em um modelo de negócios diferente, a Xiaomi não deixou barato e lançou 5 novos dispositivos da linha Redmi em 2016: Redmi 3, Redmi 3S, Redmi 4A, Redmi 4 e Redmi 4 Pro. Já em 2017, tivemos em março o lançamento do Redmi 4X, que embora tenha um hardware semelhante ao Redmi 4, possui algumas peculiaridades e novidades para os fãs da empresa.

Uma delas é em relação ao seu software. Por ser um dispositivo mais recente, o modelo já conta com uma atualização de sua versão base do Android, que está na versão beta do MIUI rodando a base 7.1.2. É um atrativo para muitos consumidores que gostam do MIUI, mas ao mesmo tempo querem manter-se atualizados com as últimas correções fornecidas pela Google. Em relação ao hardware, também temos algumas mudanças, embora não muito expressivas. Veremos as novidades mais a fundo logo abaixo em nosso review. Vamos lá?

Especificações principais

  • Connector.

    Construção

    Traseira em alumínio anodizado
    Tela com vidro 2.5D

  • Connector.

    Tela

    LCD IPS de 5″, 1280×720 pixels
    294ppi de densidade de pixels

  • Connector.

    Chipset

    Qualcomm Snapdragon 435
    Octa-core (8x 1.4GHz Cortex-A53)
    GPU Adreno 505

  • Connector.

    Câmeras

    Principal:
    – 13MP f/2.0
    – PDAF
    – Gravação de vídeos em 1080p@30fps

    Frontal:
    – 5MP f/2.2
    – Gravação de vídeos em 720p@30fps

  • Connector.

    Memórias

    RAM: 2, 3 ou 4GB
    Armazenamento: 16, 32 ou 64GB

  • Connector.

    Conectividade

    Dual-SIM Híbrido
    (2xSIM ou 1xSIM + 1xMicro SD)
    Wi-Fi b/g/n
    Bluetooth 4.2, A2DP, LE
    Infravermelho

  • Connector.

    Bateria

    4100mAh, não-removível

  • Connector.

    Áudio

    Alto-falante mono
    Rádio FM
    Conector 3.5mm

O que ainda falta?

  • Connector.

    Construção

    A traseira é de alumínio, mas não totalmente

  • Connector.

    Tela

    Resolução HD é baixa se comparado ao modelo anterior, o Redmi 4 Pro

  • Connector.

    Memórias

    Para usar o cartão SD, você terá que sacrificar um slot de cartão SIM

  • Connector.

    Bateria

    A falta de suporte a Quick Charge pode ser um problema em emergências

Embalagem e acessórios

A embalagem do Redmi 4X já segue o novo padrão adotado pela Xiaomi, com a caixa branca e o logo laranja da empresa populando a frente da caixa. Uma nova adição aqui é a etiqueta que informa a capacidade de RAM e armazenamento do dispositivo, já vista anteriormente em modelos como o Mi 6 ou o Mi Max 2.

Dentro da caixa encontramos o rotineiro kit encontrado nos dispositivos Xiaomi: o telefone em si, o Guia Rápido para a instalação do cartão SIM e informações de garantia, o pino ejetor para a bandeja do cartão SIM, o cabo USB para carregamento e sincronismo, e o carregador 5V/2A. Um ponto positivo aqui é que a versão Global do dispositivo possui um carregador compatível com o padrão adotado nas tomadas brasileiras, então não é necessário nenhum adaptador para utilizá-lo. Assim como qualquer outro modelo, a Xiaomi opta por não enviar fones de ouvido em seus telefones para baratear seu custo. Por ser um dispositivo de entrada, não vemos nenhum acessório extra, como capas de proteção encontradas em modelos mais caros, como o Mi 6, Mi Note 2 ou Mi MIX, por exemplo.

Design

Parece mais do mesmo (e em muitos aspectos é), mas o Redmi 4X conseguiu trazer algumas mudanças para justificar seu lançamento. A câmera foi posicionada da mesma maneira que no Redmi 4A, e parte de seu design é sem dúvidas inspirado nele. A traseira de plástico do 4A foi obviamente removida, e a substituíram por uma mescla de alumínio anodizado e plástico, como encontrado em outros modelos da linha. Ainda esperamos que futuramente possamos ver um dispositivo Redmi com a traseira totalmente unibody, em apenas um material.

Medindo 139.2 x 70 x 8.7mm, o Redmi 4X se assemelha ainda mais no tamanho ao seu irmão mais novo, o Redmi 4A. O seu peso entretanto, é bem diferente: são 150g no novo dispositivo, contra 131g do Redmi 4A. Embora o peso tenha aumentado, o dispositivo ainda é muito confortável de se manusear, graças ao tamanho compacto.

A traseira do dispositivo é extremamente simplificada, apenas com o leitor de impressões digitais, a câmera e o flash, e o costumeiro logotipo da Xiaomi na parte inferior (além é claro, de logotipos de homologação e informações requeridas por tais órgãos).

O leitor de digitais na parte traseira já é uma característica da linha Redmi, enquanto dispositivos da linha Mi (salvo algumas exceções, como a linha Max por exemplo) ainda adotam o combo de leitor/botão Início na frontal do dispositivo. O leitor na parte traseira tem alguns benefícios: devido ao seu posicionamento, o desbloqueio pode ocorrer instantaneamente no momento em que se pega o celular. Em nossos testes, o desempenho do sensor foi excelente nos mais diversos cenários. Cuidado com dedos molhados, entretanto: como não é um sensor ultrassônico, como o encontrado no Mi 5S ou Mi 6, sua impressão digital pode não ser detectada corretamente com os dedos molhados ou úmidos. Uma outra característica interessante é a possibilidade de se usar o leitor como um “disparador” para a câmera. Basta abrir o aplicativo e utilizar o leitor como botão para tirar fotos, tanto na câmera frontal quanto na traseira.

Na parte superior do dispositivo, encontramos a entrada de 3.5mm para fones de ouvido ou áudio externo, a porta infravermelho (que pode ser usada para controlar praticamente qualquer dispositivo que tenha um controle remoto), e o microfone para gravação de vídeos e cancelamento de ruídos. A câmera, na parte superior da traseira, eleva-se um pouco da superfície da carcaça, principalmente por ela ser levemente curvada na parte superior e inferior. A protuberância não afeta negativamente o design do telefone, entretanto.

Já na parte inferior, temos apenas a saída do alto-falante mono, o microfone para chamadas (escondido junto com os furos para manter o design harmônico), e a porta micro USB para carregamento e sincronismo com um computador. A porta oferece suporte a USB-OTG, então é possível conectar uma infinidade de dispositivos USB, como teclados, mouses ou pendrives (utilizando um adaptador). A ausência de parafusos na parte inferior mostra que a traseira do dispositivo é presa no lugar apenas com o auxílio de travas de segurança, tornando a sua abertura um pouco mais fácil do que outros modelos.

Na lateral esquerda, encontramos apenas a bandeja para inserção dos cartões SIM ou cartão micro SD, dependendo de sua intenção de uso. Um ponto negativo aqui é justamente o slot híbrido, que continua a ser usado pela empresa. Isso significa que, caso você deseje ter mais memória no seu telefone sem sacrificar um dos slots de cartão SIM para isso, você precisará recorrer a métodos não convencionais para que ele funcione dessa forma. Esperamos que em outros lançamentos já incluam um slot triplo, para que seja possível utilizar os dois cartões SIM e o micro SD sem sacrificar uma parte dos recursos apresentados.

Na lateral direita, temos apenas os costumeiros botões de volume e o botão Liga/Desliga.

Na parte frontal do dispositivo temos o sensor de proximidade e luminosidade, o auricular para chamadas e a câmera frontal na parte superior. Na parte inferior temos os botões Menu/Recentes, Início e Voltar. Os botões não possuem iluminação, o que pode ser um empecilho para quem não está acostumado a ter que tatear o dispositivo atrás da função desejada. Este é outro recurso que esperamos que seja adicionado futuramente em outros dispositivos da Linha Redmi, já que até hoje, apenas a linha Mi e Redmi Note possui o recurso. O LED de notificações adota o novo padrão de cor única (funcionando apenas na cor branca), e está localizado abaixo do botão “Início”.

Conectividade

O Redmi 4X possui suporte a 4G LTE Cat. 6, que oferece até 300Mbps de velocidade de downloads, um número razoável para um dispositivo de entrada. Em relação ao seu suporte a operadoras, o dispositivo conta com suporte a redes 2G e 3G quadriband, e no 4G o suporte às bandas 1, 3, 5, 7, 8, 38, 39, 40 e 41. Ainda não há suporte para a nova frequência de 700MHz do 4G brasileiro, que opera na banda 28, mas levando em conta que sequer o 4G que temos atualmente não é totalmente disseminado pelo país, é um recurso que podemos deixar passar por enquanto sem maiores problemas. Para o suporte básico ao 2G/3G e 4G, o Redmi 4X consegue entregar uma performance razoável e boa qualidade de sinal nas operadoras testadas (Claro, Vivo e TIM).

Além da conectividade com sua operadora móvel, o Redmi 4X conta ainda com Wi-Fi b/g/n com suporte a Wireless Display / Miracast. Com isso, é possível espelhar a tela de seu smartphone em uma TV compatível, por exemplo, ou utilizar serviços como o AnyNet da Samsung. Em nossos testes, a velocidade máxima atingida pelo Wi-Fi conectado na banda n foi de 200Mbps, embora a tecnologia suporte até 430Mbps. Não há informações na página da Xiaomi sobre o limite máximo de desempenho no Redmi 4X.

Para conectividade local, o Redmi 4X conta com um chip Bluetooth 4.2 com suporte a A2DP e LE (low energy). Ele não possui NFC (assim como toda a linha Redmi atualmente), mas é um recurso interessante para se adicionar futuramente levando em conta que por mais que a tecnologia BFC/RFID não seja muito utilizada, suas aplicações existentes são extremamente úteis no dia-a-dia.

Para os serviços de posicionamento, o GPS integrado ao Redmi 4X conta com suporte estendido para os serviços de posicionamento da Rússia (GLONASS) e China (BeiDou), o que significa que você poderá contar sempre com o seu GPS independente de que país no mundo você esteja.

Autonomia de bateria

Com uma bateria de 4100mAh, o Redmi 4X é um campeão de autonomia. Mas nem tudo são flores para o novo low end da Xiaomi: com a falta de suporte ao Quick Charge, não espere um tempo de carregamento otimizado em seu telefone caso a bateria esteja totalmente descarregada. Embora a bateria de alta capacidade dê conta de um dia inteiro de uso sem “chorar” por uma tomada elétrica, o carregamento rápido teria trazido ainda mais interesse por parte de consumidores neste dispositivo.

O teste básico de autonomia feito no Redmi 4X consiste em uma utilização regular do dispositivo, com 4G, Wi-Fi e GPS ativados, brilho no automático e nenhum modo de economia de energia ativado durante um período de 7 dias. Ao fim do ciclo, fazemos a média de tempo de duração entre os 7 dias anteriores. Os resultados foram:

Média de duração

42:33h
(de 100% a 5% de carga)

Média de tela ativa

12:18h
(calculadas no brilho automático)

O segundo teste consiste no tempo de utilização de três funções básicas do dispositivo (fazer chamadas, navegar na internet e assistir vídeos) por 1h, em uma única carga, partindo de 100% até 1% de carga restante.

Standby

94:10h

Chamadas

21:00h

Navegação

19:00h

Vídeos

17:00h

Performance & Benchmarks

Os resultados utilizados em nossos benchmarks são coletados a partir de reviews de outras fontes.
Apenas os resultados para dispositivos Xiaomi são gerados e conferidos localmente pela equipe MIUI Brasil.

O GeekBench 4 testa o desempenho de processamento do dispositivo em modo single-core e multi-core. Em nossos testes, ambos os cenários são exibidos para comparação.

O GFX Manhattan/Car scene testa o desempenho gráfico do dispositivo tanto para renderização fora da tela (offscreen) quanto para renderização na tela do dispositivo (onscreen). Em nossos testes, exibimos apenas os resultados para os testes onscreen.

O Redmi 4X vem equipado com o Snapdragon 435, um dos mais recentes chipsets da Qualcomm em sua série 400. É um processador de baixo custo focado em telefones de entrada a intermediários, entregando uma performance decente de acordo com o restante da configuração básica do hardware do dispositivo. O SoC conta com 8 núcleos Cortex-A53 rodando a 1.4GHz e uma GPU Adreno 505.

GeekBench 4 (single-core)

Sony Xperia XA1
887
Xiaomi Redmi 4A
677
Xiaomi Redmi 4X
670
Lenovo Moto G5
618
Sony
0
Xperia XA1
Xiaomi
0
Redmi 4A
Xiaomi
0
Redmi 4X
Lenovo
0
Moto G5

No processamento single-core o Xperia XA1 leva uma grande vantagem graças ao seu processador Helio P20 com um clock de até 2.3GHz, deixando os concorrentes da linha 400 bem atrás.

GeekBench 4 (multi-core)

Sony Xperia XA1
3611
Lenovo Moto G5
2580
Xiaomi Redmi 4X
1819
Xiaomi Redmi 4A
1781
Sony
0
Xperia XA1
Lenovo
0
Moto G5
Xiaomi
0
Redmi 4X
Xiaomi
0
Redmi 4A

No processamento multi-core, mais uma vez o XA1 leva a medalha de ouro, com uma pontuação bem maior que os competidores, mas sem esquecer que a velocidade do clock de cada núcleo é maior do que os da série 400. Ainda assim, Até o Moto G5 (que usa o Snapdragon 430, versão anterior da série 400) se saiu melhor no desempenho multicore do que ambos os dispositivos da Xiaomi, o que pode indicar que o software atual do Redmi 4X não é totalmente otimizado para funcionamento no SoC adotado.


GFXBench Manhattan (onscreen)

Sony Xperia XA1
15
Xiaomi Redmi 4X
10
Xiaomi Redmi 4A
9
Lenovo Moto G5
4.6
Sony
0
Xperia XA1
Xiaomi
0
Redmi 4X
Xiaomi
0
Redmi 4A
Lenovo
0.6
Moto G5

Nos testes onscreen, o XA1 reina soberano, enquanto o Redmi 4X e redmi 4A pegam a prata (graças à resolução baixa da tela, devemos adicionar). O lanterninha no teste desta vez é o Moto G5, que não conseguiu acompanhar os concorrentes.

GFXBench Car scene (onscreen)

Sony Xperia xA1
7.9
Xiaomi Redmi 4X
5.1
Xiaomi Redmi 4A
4.3
Lenovo Moto G5
2.5
Sony
0.9
Xperia XA1
Xiaomi
0.1
Redmi 4X
Xiaomi
0.3
Redmi 4A
Lenovo
0.5
Moto G5

Nos testes do Car scene, o Redmi 4X consegue subir a posição e ficar acima do Redmi 4A e o Moto G5, mas ainda perde com uma margem considerável para o XA1 e seu Helio P20.


AnTuTu 6

Sony Xperia XA1
60707
Xiaomi Redmi 4X
44089
Lenovo Moto G5
43755
Xiaomi Redmi 4A
36110
Sony
0
Xperia XA1
Xiaomi
0
Redmi 4X
Lenovo
0
Moto G5
Xiaomi
0
Redmi 4A

No AnTuTu, o Redmi 4X fica acima do Moto G5, que possui configurações basicamente idênticas graças ao SoC muito similar. O XA1 ainda permanece no topo, e vemos que em relação a desempenho o Snapdragon 435 não tem muito poder para competir contra o octa-core da Mediatek. O Redmi 4A pega a lanterna da vez.


Câmera

Câmeras em dispositivos Xiaomi são um assunto polêmico não importa para onde você olhe. E aqui sempre reina o aspecto “ame-a ou odeie-a”. Ultimamente, a batalha por quem tem a melhor câmera móvel tornou-se basicamente o novo “eu tenho, você não tem” entre os amantes de tecnologia, e aqui não é diferente. Com um sensor de 13MP, a câmera do Redmi 4X entrega fotos suficientemente boas, com uma resolução de detalhes acima do normal em telefones do mesmo segmento. O contraste das fotos é um tanto quanto baixo, e o modo manual presente na câmera permite apenas o ajuste do balanço de brancos e de ISO, diferente de telefones da linha Mi, onde existem opções como tempo de exposição ou qual das câmeras serão usadas (no caso de telefones com câmera dupla).

Fotos tiradas com o Redmi 4X

Todas as fotos capturadas foram feitas no modo automático, com ou sem HDR, de acordo com cada legenda. Algumas fotos do review foram retiradas de uma galeria online para maior variedade de cenários e cores.

Na foto noturna, notamos a baixa qualidade nos detalhes e o nível de ruídos bem alto. A saturação nas fotos noturnas também é baixo. Para fotos tiradas com boa fonte de luz, as fotos oferecem uma boa qualidade, mas com muita saturação e as vezes com um contraste insuficiente entre os elementos.

Afinal, vale a pena comprar?

O Redmi 4X não é um dispositivo que atraia atenções de imediato, com seus pontos fortes e fracos evidenciados em nosso review. Se você está planejando um upgrade e já está em um telefone da linha Redmi anterior, considere se o upgrade realmente valerá a pena e pese os pontos positivos e negativos em relação a seu hardware. O design atualizado deixa o telefone mais agradável, mas alguns pontos como o processamento ou a baixa resolução da tela podem ser um ponto negativo na hora da escolha. No fim, lembre-se que este é um dispositivo de entrada, feito para tarefas e jogos básicos e para quem quer um telefone com alta autonomia de bateria, o que ele entrega com perfeição.

Se você está pensando em adquirir como seu primeiro dispositivo, aí a história é outra: vá sem medo. Além de conhecer mais profundamente o que a Xiaomi tem a oferecer sem que isso pese muito no bolso, o telefone já estará em uma versão Android mais atualizada, o que fará com que seu desempenho inclusive até melhore em relação aos testes que efetuamos.

Onde comprar

O Redmi 4X está disponível para envio imediato em nossa parceira GearBest. Confira abaixo os links para sua compra!

Redmi 4X Black

437,77

em até 12x no cartão de crédito
  • 3GB RAM
  • 32GB internos
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Redmi 4X Black

537,69

em até 12x no cartão de crédito
  • 4GB RAM
  • 64GB internos
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Redmi 4X Gold

411,17

em até 12x no cartão de crédito
  • 3GB RAM
  • 32GB internos
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Nossos agradecimentos à equipe da GearBest pelo envio da unidade utilizada em nosso review 🙂


Fontes: Mi.com, GSM Arena